Droga


Presentemente a droga faz parte do nosso dia a dia.

Considera-se importante que os jovens tenham conhecimentos que lhes permitam compreender esta tão complexa problemática, de forma a facilitar a criação de mecanismos de defesa nas situações de risco de consumo.

A curiosidade, a pressão do grupo e o gosto pelo risco são as principais causas que levam os jovens a experimentar a droga. A fuga a determinados problemas afectivos, de ordem pessoal ou familiar é uma razão comum, tanto nos jovens como nos adultos.

O percurso do consumo de droga está intimamente ligado à dependência que esta cria no consumidor.

O consumidor sente um intenso desejo de se drogar (dependência psicológica). O organismo fica dependente da droga e a falta desta provoca um grande mal-estar físico (dependência física). A droga provoca alterações ao nível do sistema nervoso central podendo modificar o modo de pensar, de sentir e de agir. Os efeitos da droga variam conforme o tipo de substâncias, o estado físico e psicológico do consumidor e o contexto em que se ocasiona o consumo. A droga vai dominando e empobrecendo a vida.

Diariamente, o toxicodependente pode viver situações de risco de vida, ora por excessos de consumo (overdose), ora por ter determinados comportamentos (utilização de seringas infectadas e/ou relações sexuais sem protecção),
os quais podem originar doenças incuráveis.

A relação com a droga pode levar, em casos de grande dependência, a problemas com a justiça, devido a assaltos e outro tipo de roubos. E isto acontece, devido aos preços que a “economia” da droga a nível mundial estabelece, porque à custa da dependência de uns, enriquecem outros.

Muitos jovens e adultos que se dirigem a centros de tratamento para pedir ajuda referem que querem deixar a droga mas que não conseguem viver sem ela e acrescentam ainda que a droga já não lhes dá qualquer prazer. Contudo, a falta dele provoca-lhes um enorme vazio.

Durante o tratamento, o toxicodependente confronta-se com uma situação muito complicada: por um lado, afastar-se da droga que lhe consumiu abusivamente a vida; por outro, reconquistar a confiança em si e nos outros, assim como o gosto pela vida.

Este percurso é, muitas vezes, interrompido por recaídas, pois a dependência psicológica da droga é difícil de ser resolvida.


O QUE SÃO DROGAS?

Todo mundo já tem uma ideia do significado da palavra droga. Em linguagem comum, de todo dia ("Ah que droga" ou " logo agora droga" ou ainda, "esta droga não vale nada!") droga tem um significado de coisa má, sem qualidade. Já em linguagem médica, droga é quase sinónimo de medicamento. O termo droga teve origem na palavra droga (holandês antigo) que significa folha seca, isto porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais. Actualmente, a medicina define droga como sendo: qualquer substância que é capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento.

A palavra psicotrópico é composta de duas outras: psico e trópico. Psico é fácil de se entender, pois é uma palavra grega que significa nosso psiquismo (o que sentimos, fazemos e pensamos, enfim o que cada um é). Mas trópico não é como alguns podem pensar, referente a trópicos, clima tropical... A palavra trópico aqui relaciona-se com o termo tropismo que significa ter atracão por. Então psicotrópico significa atracção pelo psiquismo e drogas psicotrópicas são aquelas que actuam sobre o nosso cérebro, alterando nossa maneira de sentir, de pensar e, muitas vezes, de agir. Mas estas alterações do nosso psiquismo não são sempre no mesmo sentido e direcção.

Obviamente elas dependerão do tipo de droga psicotrópica que foi ingerida. O Sistema Nervoso Central (SNC), contido na caixa craniana, tem como principal órgão o cérebro. Dependendo da acção no cérebro, as drogas psicotrópicas são divididas em três grandes grupos.


Um primeiro grupo é aquele de drogas que diminuem a actividade do nosso cérebro, ou seja, deprimem o funcionamento do mesmo, o que significa dizer que a pessoa que faz uso desse tipo de droga fica "desligada", "devagar", desinteressada pelas coisas. Por isso estas drogas são chamadas de Depressoras da Actividade do Sistema Nervoso Central Num segundo grupo de drogas psicotrópicas estão aquelas que actuam por aumentar a actividade do nosso cérebro, ou seja, estimulam o funcionamento fazendo com a pessoa que se utiliza dessas drogas fique "ligada", "eléctrica", sem sono. Por isso essas drogas recebem a denominação Estimulantes da Actividade do Sistema Nervoso Central. Finalmente, há um terceiro grupo, constituído por aquelas drogas que agem modificando qualitativamente a actividade do nosso cérebro; não se trata portanto, de mudanças quantitativas como de aumentar ou diminuir a actividade cerebral. Aqui a mudança é de qualidade. O cérebro passa a funcionar fora do seu normal e a actividade cerebral fica perturbada. Por essa razão este terceiro grupo de drogas recebe o nome de Perturbadores da Actividade do Sistema Nervoso Central.

O que é dependência?

Podemos definir uso como qualquer consumo de substâncias (experimental, esporádico ou episódico), abuso ou uso nocivo como sendo um consumo de substâncias que já está associado a algum prejuízo (quer em termos biológicos, psicológicos ou sociais) e, por fim, dependência como o consumo sem controlo, geralmente associado a problemas sérios para o usuário. Isso dá-nos uma ideia de continuidade, com uma evolução progressiva entre esses níveis de consumo: os indivíduos passariam inicialmente por uma fase de uso, alguns deles evoluiriam posteriormente para o estágio de abuso e, finalmente, alguns destes últimos tornar-se-iam dependentes. As classificações actuais de distúrbios provocados por drogas psicotrópicas fornecem critérios para diagnóstico que são gerais, ou seja, independentemente da substância consumida para se caracterizar abuso/uso nocivo ou dependência. Nem todo uso de drogas é devido à dependência e a maior parte das pessoas que apresentam uso disfuncional de alguma droga não é dependente.

Estudos recentes têm mostrado que a condição de uso nocivo de uma droga nem sempre progride para a dependência. A síndrome de dependência, segundo a Classificação Internacional de Doenças, CID-10 (Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10), é descrita por um conjunto de fenómenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo que outros comportamentos que antes tinham valor. Um diagnóstico de dependência deve usualmente ser feito somente se três ou mais dos seguintes requisitos tenham sido experimentados ou exibidos em algum momento durante o ano anterior:

1. Um forte desejo ou senso de compulsão para consumir a substância;

2. Dificuldades em controlar o comportamento de consumir a substância em termos de início, término ou níveis de consumo;

3. Um estado de abstinência fisiológico quando o uso da substância cessou ou foi reduzido, evidenciado por: síndrome de abstinência característica para a substância ou o uso da mesma substância (ou uma intimamente relacionada) com a intenção de aliviar ou evitar sintomas de abstinência;

4. Evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoactiva são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas;

5. Abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoactiva, aumento da quantidade de tempo necessário para obter ou tomar a substância ou para se recuperar de seus efeitos;

6. Persistência no uso da substância, a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas, tais como dano ao fígado por consumo excessivo de bebidas alcoólicas, estados de humor depressivos consequentes a períodos de consumo excessivo da substância ou comprometimento do funcionamento cognitivo relacionado à droga.


O dependente, portanto, é alguém que desenvolve um comportamento que em grande parte não consegue controlar. Mas não há uma fórmula para se saber quem, entre os usuários de drogas, vai se tornar dependente. O terreno é de possibilidades, de riscos, de situações relativas…

Porque se consome?

Não se pode dizer que há uma única razão que leve ao consumo de drogas mas sim vários factores que podem influenciar o consumo ou o não consumo. Estes factores podem ser individuais, sociais, familiares, ambientais e inerentes a cada substância. Existem diferentes formas de consumo com diferentes significados e as razões que levam as pessoas a experimentar uma droga são diferentes das razões que as levam a ficar dependentes. No início, ou seja, numa fase de experimentação, há um conjunto de factores que podem levar a esse consumo dos quais se destaca:

• A curiosidade;
• A vontade de pertencer a um grupo;
• O desejo de diversão;
• O medo da exclusão do grupo;
• A disponibilidade da droga;
• A ilusão da resolução de problemas.
• Uma representação positiva das substâncias, entre outros.

Tipo de drogas
Ácido, Anfetaminas, Barbitúricos, Cocaína, Heroína, Ópio, Cogumelos, Inalantes, Tranquilizantes, Maconha, Yagé, Chá de ST. Daime, Tabaco, Álcool e Crack.


PREVENÇÃO

Segundo o Dr. Içami Tiba, se existe uma maneira de evitar o uso indevido de drogas, com certeza , está na família e na escola, através da educação anti drogas. Desse modo, a criança aprende, dentro de casa e depois na escola, a cuidar bem de si mesma, a respeitar-se como é, sem ter de usar drogas para se valorizar ou se auto-afirmar perante os outros. Além disso, ter consciência de que seu corpo não é uma lata de lixo onde se introduzem drogas, nem num laboratório químico que tudo precisa experimentar.


CAROS PAIS…
”GARANTAM A INDEPENDÊNCIA DOS VOSSOS FILHOS”

A Educação dos filhos é uma tarefa muito importante na vida de cada um mas é também uma função para a qual não se tem preparação específica.

Aprende-se a ser pai ou mãe seguindo os exemplos que estão próximos - o nosso próprio enquanto filhos, o dos amigos, colegas ou familiares.

Por outro lado a “família” mudou. Aumentaram as suas obrigações face a um contexto por si só a exigir uma redobrada atenção. Mesmo o próprio conceito de família não é o mesmo. Hoje não se pode falar de família mas em famílias. Apesar deste quadro e do pouco tempo que os pais hoje em dia têm para dispensar à sua família, são cada vez mais responsabilizados pelas opções dos seus filhos. Esta responsabilização chega a ser culpabilizante quando o que está em causa são os comportamentos desviantes com o consumo de álcool e outras drogas.

Para que os pais desempenhem o seu papel de forma segura e eficaz, prevenindo este tipo de comportamentos, é essencial, que, desde cedo, a família crie um ambiente envolvente onde as crianças se sintam seguras e amadas.

A prevenção de comportamentos desviantes começa assim e é cada vez mais entendida como um processo de educação para a saúde, para a responsabilidade, para a liberdade.

O contributo dos pais começa pela criação de relações próximas e carinhosas com os filhos, ajudando-os a distinguir o bom do mau, impondo limites, transmitindo regras claras de comportamento, respondendo às suas dúvidas com informação correcta, tendo tempo para eles - sabendo conversar mas, mais importante que tudo, ouvir.


CRIANÇAS ENTRE OS 3 - 9 ANOS

CONHECER AS CRIANÇAS, AS SUAS CARACTERÍSTICAS E HÁBITOS, AJUDA A MELHORAR A QUALIDADE DAS RELAÇÕES QUE SE ESTABELECEM CM ELAS.


As atitudes e comportamentos apreendidos pelas crianças com idades entre os 3 e os 5 anos, têm uma importância fundamental em todo o processo de desenvolvimento, podendo ser determinantes nas decisões e opções que venham a tomar no futuro.

Falar sobre o consumo de drogas e álcool a crianças desta faixa etária não faz muito sentido, mas entendendo-se a prevenção como um processo de educação para a Saúde compreende-se a importância de se falar sobre temas como:

1. O corpo e como é importante aprendermos a gostar dele e a cuidá-lo;

2. A Saúde e o que fazer para a preservar;

3. A importância de uma alimentação correcta e equilibrada como fonte de energia e bem estar;

4. As substâncias tóxicas - aprender a identificá-la e a entender porque são perigosas.

É importante ter em conta que esta é a famosa idade dos “porquês” e que a curiosidade natural das crianças deve ser satisfeita com respostas tão simples, concretas e verdadeiras quanto possível. Se a informação fornecida for muito complicada, elas naturalmente perderão o interesse, pelo que deve ser acompanhada de imagens e enquadrada em histórias.

PARA QUE AS CRIANÇAS E AS FAMÍLIAS SE DESENVOLVAM HARMONIOSAMENTE, HÁ QUE DEFINIR REGRAS QUE CRIEM LIMITES RAZOÁVEIS AO COMPORTAMENTO DE CADA ELEMENTO DA FAMÍLIA

DICAS…

PARA PROMOVER UM RELACIONAMENTO MAIS EQUILIBRADO NA FAMÍLIA E NA
ESCOLA

• Brinque com os seus filhos;
• Defina e transmita aos seus filhos que tipo de comportamento se espera deles;
• Defina períodos do dia em que pode dar aos seus filhos toda a sua atenção;
• É importante que desde cedo as crianças aprendam a ter um método e a segui-lo;
• As crianças dão extrema importância ao seu corpo e sentem muita curiosidade sobre o seu funcionamento;
• Os detergentes, medicamentos e outros produtos de uso doméstico são muitas vezes a causa de acidentes graves com crianças em casa;
• Fale especificamente dos medicamentos;
• Aprenda a capacidade de dizer não às situações e ou comportamentos com os quais não se concorda;
• Participe na vida escolar do seu filho;
• Ajude os seus filhos a tomarem decisões tão simples como “o que vestir hoje”, “que livros levar para a escola”, “que lugar ocupar na mesa”;
• Faça com o seu filho um lista de pessoas a quem podem recorrer caso precisem de ajuda: família, amigos de família, vizinhos, professores, policia, bombeiros…

JOVENS ENTRE OS 13 - 16 ANOS (A ADOLESCÊNCIA)

Na adolescência tudo muda rapidamente. Esta é uma fase do crescimento repleta de descobertas, mas por vezes algo confusa, com dúvidas e ansiedades. Sentimentos, emoções, atitudes e valores andam num turbilhão. Mudam as relações com a família e com os colegas, procura-se uma maior autonomia e aumentam as responsabilidades.

Paralelamente a todas as mudanças físicas que decorrem do crescimento os adolescentes passam por alterações emocionais por vezes difíceis de gerir em ambiente familiar.

Novas atitudes face à Escola, aos novos grupos de amigos, à sexualidade, ao modo como experienciam o próprio corpo e contestam valores até aí instituídos, podem gerar desentendimento entre pais e filhos.


Os filhos, face aos seus conflitos interiores ou com os pais passam por períodos de grande angústia e por vezes de alguma ansiedade. Por seu lado, os pais poderão sentir-se confusos perante a mudança do seu papel na afeição dos seus filhos, que parecem preferir os amigos à companhia da família. Mais do que nunca é importante o apoio e a compreensão dos pais para ultrapassar esta crise.

AS DROGAS

Muitos pais não entendem porque razão têm os jovens curiosidade pelas drogas ou sentem atracção pelo risco. Estão seguros que só consome quem tem problemas. No entanto, outros motivos podem conduzir os jovens a interessar-se por Drogas:

1. Curiosidade;
2. Desejo de viver outras experiências;
3. Desejo de testar limites r transgredir regras;
4. Pressão dos pares;
5. Desafio à autoridade;
6. Desejo de afirmação;
7. Informação incorrecta ou ausência de informação.

Existem diferentes formas de consumir drogas.

Um consumo experimental não conduzirá necessariamente a uma dependência ou a um consumo recreativo.

CONSUMO EXPERIMENTAL: muitos jovens sentem curiosidade em conhecer os efeitos das drogas. Essa curiosidade pode levá-los a experimentar. O consumo poderá limitar-se a essa experiência ou tornar-se um consumo esporádico ou habitual.

CONSUMO RECREATIVO: este consumo está associado à diversão, à busca de um prazer momentâneo. Tal como outros comportamentos na adolescência, pode estar associado a uma fase do crescimento, vindo a ser naturalmente abandonado. Em certos casos pode persistir ao longo da vida com carácter meramente recreativo, existindo sempre a possibilidade de passar a ter um carácter de dependência.

DEPENDÊNCIA: quando o consumo se torna numa necessidade, tornando-se o principal objectivo na vida de quem consome. Ou ainda quando se consome para aliviar o sofrimento e o mal-estar. Numa situação de dependência o principal objectivo do consumo deixa de ser a procura de prazer, mas uma forma de evitar o desprazer.

Estes são os diferentes tipos de consumo de qualquer droga, incluindo o álcool.

É frequente, associarmos o consumo de drogas a substâncias ilegais, proibidas por lei.

Na verdade, a droga mais consumida e a mais problemática na nossa sociedade é o ÁLCOOL, cujo consumo é permitido legalmente. É importante saber a diferença entre o uso das substâncias e o seu abuso. Do mesmo modo é fundamental responsabilizar o jovem pelas consequências das suas decisões. Cabe aos pais facilitar este sentimento de responsabilidade pelos próprios actos desde a infância.


COMUNIQUE COM OS SEUS FILHOS, E SE ELE NÃO PARECE PRECISAR DE AJUDA
E NÃO FAZ PERGUNTAS…

Por vezes os pais parecem pouco disponíveis para ouvir e, por isso, inconscientemente, desencorajem as perguntas.

Estar disponível para falar sobre drogas significa:

• Não exprimir visões extremistas nem juízos de valor nos assuntos controversos e “difíceis”
• Não ter preconceitos face à idade e ao género (por exemplo:”não tens idade para falar sobre isso”)
• Mostrar-se disponível para responder às questões tanto em termos de tempo como de atitude
• Encorajar a discussão, iniciando-a de forma descontraída, tornando o assunto casual
• Tolerar a diferença
• Ser honesto sobre o nível do seu conhecimento e não ter receio de indicar outras fontes de conhecimento, em caso de não conseguir responder às perguntas
• Estar preparado para apoiar o desejo de saber do seu filho, mesmo que para isso tenha de enfrentar o ridículo ou a oposição de outros adultos
• Respeitar a privacidade do seu filho e todas as suas formas
• Não divulgar informações confidenciais, quando partilhadas pelo seu filho.


PISTAS PARA O DIÁLOGO

• Ver e discutir em conjunto, programas de televisão ou filmes
• Discutir casualmente reportagens, notícias e entrevistas
• Deixar livros ou folhetos espalhados pela casa
• Visitar livrarias, percebendo quais as áreas de interesse do seu filho e fazendo uma pesquisa conjunta
• Incentivar o seu filho a programar saídas conjuntas
• Incentivar o seu filho a ter uma participação em actividades sócio-culturais.

OS CONSUMOS, ESTAR ATENTO

Podem existir pequenas alterações no comportamento do seu filho, a que deve estar atento:

• Instabilidade emocional, momentos de grande passividade com outros de grande agressividade
• Isolamento e secretismo
• Desinteresse e desmotivação em relação às actividades escolares, profissionais, desportivas
• Quebre de rendimento escolar ou profissional
• Faltas e/ou atrasos frequentes na escola e/ou emprego
• Dispersão, dificuldade de concentração, de memória ou de raciocínio
• Insistentes pedidos de dinheiro e frequentes desculpas sobre objectos “perdidos” ou “roubados”
• Posse de objectos estranhos: filtros de cigarro, mortalhas, pratas queimadas, tubos de papel chamuscado, colheres queimadas, comprimidos.

No entanto, alguns destes “sintomas” podem estar associados à vivência de situações particulares, não significando necessariamente consumo de drogas. É preciso compreendê-los no contexto em que ocorrem. Procure conversar com o seu filho sem entrar em pânico ou tirar conclusões precipitadas.

CONSUMOS, COMO ACTUAR?

Esteja atento se o seu filho nunca falou sobre drogas consigo, dificilmente assumirá o consumo.

• Não dramatize;
• Não ameace;
• Mostre que notou uma mudança no seu comportamento;
• Fale abertamente com o seu filho sem acusações ou culpas;
• Procure ajuda.


DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA A DROGA - 26 de Junho
ACTIVIDADES -
26 de Junho
• Actividades desportivas e plásticas no Parque do Império















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